segunda-feira, 31 de julho de 2017


Doka Internacional não esta aqui para enaltecer ou promover ninguém, e por isso nem vale a pena mencionar o nome do individuo.  O certo é que o protagonismo que a pessoa tentou lançar nas rede sociais, nota- se muito vago, vazio e pobre no tcha tcha tcha.

Vejamos

Quando alguém quer falar de honestidade, tem que saber o significado da tal frase e da forma como aplica- la na sociedade e perante ela.

Honestidade é a palavra que indica a qualidade de ser verdadeiro: não mentirnão fraudarnão enganar. Mas acima de tudo ter o conhecimento da causa. Sempre.

O indivíduo que é honesto repudia a malandragem e a esperteza de querer levar vantagem em tudo.

Alguns sinônimos de honestidade são: honradez, decoro, probidade, compostura, decência, pudor e dignidade.  Portanto o dito video deste individuo deixou cair por terra alguns dos valores que o mesmo defendia usando o recurso dos mais fracos. 
INSULTOS.  
Sendo assim, que valores poderá ele estar a referir que tem ou que adquiriu durante longos anos vivendo na europa???  Porque valores têm o seu significado  e caracteristicas.

O que são Valores:

Valores são o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente.
Valores

1-    Humanos

2-    Éticos

3-    Morais

4-    Pessoais

E nestes 4 aspectos, falhou em todos e penso que não vale a pena lhe mostrar os erros, mas sim para que reveja o seu papel em termos educativos e exemplos que possa dar aos seus filhos ou aos que lhe pertencem.   

Mas já que esta pessoa nos esta falando de honestidade, gostaria que me ajudassem em algumas respostas:

1.    Em que parte do mundo, em que exista decência e honestidade, um governo possa estar constituído por cerca de 13 arguidos??? Pessoas envolvidas com a Justiça???

2.    Ser honesto é compactuar e proteger bandidos??? Ou delapidar os cofres do estado num processo chamado RESGATE, quando os mesmos levantavam em menos de 72 horas montantes acima de 200 a 300 milhões de Francos cfas??? E que o total disso é equivalente a Bilhões e Bilhões de dólares???

3.    Honestidade é governar e expulsar um jovem paraplergico do hospital, apenas por ter pontos de vista politico diferente? 

4.    Honestidade, é violar os direitos humanos das pessoas??? Porque quando se tira ao povo o seu em beneficio próprio e dos seus amigos e familiares próximos, como podemos chamar isso??? As escolas estão em condições? Os hospitais??? As estradas??? Tendo riquezas nas nossas aguas e recursos pesqueiros extraordinários, porque razão a falta de peixe em Bissau e ir comprar o NOSSO peixe em Dakar???  Afinal esse tal Resgate era referente a bandidagem ou honestidade???

5.    Mandar prender, deter indivíduos sem notificação, sem mandato de captura, sem existência de flagrante delito, isso chama- se honestidade???

6.    Ser arrogante e desprezível com os membros e elementos do teu governo, é honestidade????

7.    Assinar contratos em nome pessoal ou individual quando era o governo que o deveria fazer, chamamos a isso honestidade???

8.    Compra de consciência e intromissão no sistema judicial, é ser honesto???

9.    Engravidar a tua secretaria no teu local de trabalho quando tu és um chefe de família, chams isso ser honesto???

10.                       Mentir, enganar ao povo analfabeto e pobre de mentalidade fraca quando o podias ajudar na alfabetização, é ser honesto???

Vai rever o teu vídeo e depois falamos, porque agora quero me ocupar do General Djon Montero..., e quanto ao Jomav, irmão se soubesses no fundo a realidade das coisas..., irias aplaudi- lo.

domingo, 30 de julho de 2017


ESTE HOMEM NÃO PRESTA.
VEJAM A SUA CARA, ELE TRANSMITE MALDADE, ÓDIO, PECADO, VEJAM A SUA CÔR DE PELE. 
ALGUMA COISA CONTINUA NÃO BATENDO BEM COM ELE, A SUA AURA É MUITO NEGATIVO.  JOÃO MONTEIRO É UM PERITO NA ELIMINAÇÃO FISICA DAS PESSOAS E SABE COMO TORTURAR E FAZER AS PESSOAS SOFREREM ATÉ MORTE DEIXANDO RASTO DE SOFRIMENTO FAMILIAR.
ISTO É DEMAIS.  MINDJOR NA NDINHO TÉ NÉSS.  ESTE É PIOR QUE O NDINHO.  CARAMBA. NDINHO I DOM SEPTIMIO DE FERRAZETA DIANTE DE DJÓN
NÃO MATAR, É UM DOS 10 MANDAMENTOS DIVINOS QUE CONSTA NA ESCRITURA SAGRADA E QUE O PROFETA MOISÉS DEU A CONHECER AO MUNDO. NÃO MATAR, NINGUÉM TEM O DIREITO DE TIRAR A VIDA DE NINGUÉM, PORQUE NINGUÉM SABE COMO FOI QUE SE DEU O INICIO DA CRIAÇÃO PELO NOSSO CRIADÔR.
A MINHA DUVIDA, O QUE EU DOKA INTERNACIONAL NÃO PERCEBO, É O SEGUINTE:

1-QUAIS OS CRITÉRIOS LEVADOS OU TOMADOS EM CONTA PARA O RECONHECIMENTO E PROMOÇÃO DE PATENTE AO JOÃO MONTEIRO?

2-QUAIS OS MOTIVOS DOS MESMOS?
EU DOKA INTERNACIONAL ESTANDO NO LUGAR DO 1º MINISTRO SISSOKO, AO ME TRAZEREM A PROPOSTA DESTE TIPO, ANALISARIA E DE SEGUIDA, DE UMA FORMA MUITO EDUCADA E PROFISSIONAL DIRIA:

LEVEM ISTO DE VOLTA E VEJAM OS NOMES QUE AÍ CONSTAM E FAÇAM UMA ANÁLISE EM TERMOS DE REPERCUSSÃO POSITIVA OU NEGATIVA.
SIM PORQUE O 1º MINISTRO COMO CHEFE DO GOVERNO TEM SEMPRE A ULTIMA PALAVRA…, E AQUI NINGUÉM PODE DIZER QUE O UMARO SISSOKO NÃO COMETEU UM ERRO GRAVISSIMO, SE ESTAVA INDO BEM ATÉ AQUI NA SUA GOVERNAÇÃO…, POIS PARTINDO DESTE MOMENTO, MANCHOU A SUA LIDERANÇA.

NA GUINÉ BISSAU QUANDO SE QUER AMANSAR OU ACALMAR AS AGUAS POR ALGUM MOTIVO, TEMOS TENDÊNCIAS DE PROCURAR BAJULAR OU COMETER DISPARATES DESTE TIPO, PENSANDO QUE ESTAMOS A FAZER O CORRECTO.  NINGUÉM TEM NADA A GANHAR COM DJÓM MONTEIRO AO LADO DE SI A NÃO SER MÁ VISIBILIDADE E PESSIMA IMPRESSAO.   PORQUE TANTO É O LADRÃO O QUE VAI A HORTA E O QUE FICA A PORTA.

Ninguém tem o direito de executar a ninguém.  O sangue do ser humano tem muito valor, e a vida humana tem que ser respeitada e dignificada.

Eu Doka Internacional não sou contra o General João Monteiro como ser humano…, sou sim contra ele devido as suas atitudes macabras e ao seu instinto sanguinário da forma como essa sua capacidade fria e animalesca o leva a ter uma coragem desenfreada ao ceifar a vida de um e vários seres humanos…, acabar com a Criação de DEUS, e em ir contra os mandamentos de quem foi e continua sendo o Criadôr de tudo e de todas as coisas.  

Eu sou vitima do sistema, que direito ou moral teria se me compactuasse com pessoas deste tipo???  Hoje muita gente não me entende, mas por um lado é bom, porque significa que assistir ou carregar um fardo maldoso desta qualidade…, apenas dizer:  GRAÇAS A DEUS ÉSS KA OTCHAM!!!   Eu Doka Internacional sou um denunciante, sou a vôz daqueles que não são ouvidos..., sou a vôz dos injustiçados.

Uma pessoa covarde, é a pessoa que não assume suas intenções e atitudes, agride quem não se defende ou não pode se defender. Usa sua força ou influência para prejudicar outros injustamente. Quem demonstra espirito de covardia.  Age em bando, grupos, sabendo que a sua atitude não vai ser repreendida. Não diz diretamente o que pensa, faz insinuação maldosa. É uma pessoa sem força moral, fraca, sem personalidade ou senso de justiça.  Pessoa covarde também costuma ser manipuladora.  E todos estes requisitos fazem parte da personalidade do General João Monteiro.

Mas, todos aqueles que de verdade amam ao seu próximo, têm a obrigação e são obrigados a perdoar, porque o ensinamento de Jesus Cristo nos diz isto: “ Pai, perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido “, porque se não perdoares ao teu próximo, o PAI também não vai te perdoar.
Quem na realidade tem amor no coração, que comece a rezar pela alma de João, porque nós estamos conscientes do seu pecado e da sua maldade.  Precisamos ajuda- lo.
Rezem por ele e para que seja perdoado.
Eu estou disposto em ajuda- lo, para que reconheça os seus erros, mas para isso, ele que dê o 1º passo.
QUE ME CHAME..., e juntos rezaremos..., não há que ter vergonha, mas sim humildade e arrependimento.

sábado, 29 de julho de 2017

GRAVE…, GRAVISSIMO, BASTANTE GRAVE!
O sangue de alguém assassinado polui a terra, e essa poluição só pode ser eliminada pelo derramamento do sangue do assassino.
NINGUÉM PENSOU NO SOFRIMENTO DAS ALMAS INJUSTIÇADAS QUE ESTE HOMEM, JOÃO MONTEIRO PROVOCOU AO CEIFAR- LHES A VIDA DE UMA FORMA TÃO DESUMANA.  OS FAMILIARES DOS MESMOS AO VEREM ESTA IMAGEM, COMO SE PODERÃO SENTIR???
PORQUE ELE NÃO FOI JULGADO POR NENHUM CRIME!
Guineenses, mãos que derramam sangue inocente não merecem nem viver metade da sua vida.   Como é possível reconhecer e promover um assassino???   João Monteiro??? Qual é o guineense que não sabe o historial deste homem e dos seus crimes???

Ele não pode devolver a vida daqueles que matou. Todas as almas foram criadas por DEUS..., toda a coisa vivente tem um objetivo e um lugar na criação de Deus.

Nenhum homem tem o direito de tirar uma vida, exceto quando Deus o permite e do modo que ele manda.
João Monteiro nunca deveria ser reconhecido pelos seus actos que vão em contra a dignidade e respeito pela vida Humana.
Umaro Sissoko , desta forma mexeu com toda a estrutura daqueles que ainda sentiam um mínimo respeito pela sua pessoa.
Quem protege e abriga a criminosos, não podem seguir o mesmo caminho que o Doka Internacional.
Leiam e recordem o que João Monteiro falou, declarou e assumiu:
Comissão de Inquérito (CI)- João Monteiro..., queremos a tua cooperação nesta matéria.
Estamos na quarta tentativa para que digas onde foram fuzilados e onde foram enterrados os restos mortais das pessoas acusadas no caso 17 de Outubro!!!

Resposta de João Monteiro (JM) – Não tratei nem lidei directamente com essa matéria.
As pessoas que lidaram directamente com essa matéria foram:
 O Julio Semedo, na altura ministro dos Negocios Estrangeiros..., o  Coronel Manuel Santos- MANECAS..., o Morgado..., o Iaia Dabó..., o Joãozinho e o Marcos.

Comissão de Inquérito- Consta que foram fuzilados em Mansôa e transportados para a mata de Portugole.
J. Monteiro - O Inacio é que tem uma ponta naqueles lados pode indicar exatamente o local.

CI- Porquê o Ministro dos Negocios Estrangeiros nessa matéria?

J. Monteiro – Porque ele estava a preparar o anuncio oficial ao corpo diplomatico do fuzilamento dos acusados.
O Camarada Presidente insistiu em que fosse ele a coordenar a operação.

CI – Porque é que utilizas o termo acusados e não condenados?

J. Monteiro – Porque estas pessoas nunca chegaram de ser julgadas em qualquer tribunal.CI – Nem mesmo no tribunal militar?



""""ATENÇÃO LEIAM ESTA PARTE COM CUIDADO"""""

J. Monteiro – Não houve tribunal militar nenhum.
O Tribunal Militar era tudo uma grande encenação.
Todos sabemos que o Coronel Humberto Gomes era a pessoa de mão do Nino.

Ele mandava executar todos aqueles que o Nino e o Coronel Manuel Santos- MANECAS  indicavam na lista.
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Os fuzilamentos no Caso 17 de Outubro estavam num estado de decomposição fisica como resultado das torturas do Capitão Robalo,  Tchutchu..., Marcos e ... vou contar-vos um episodio que se passou no quintal do Palacio.
No decorrer do progresso do Caso de 17 Outubro o Huberto e demais membros do Tribunal Militar aparecem no quintal e o Huberto diz ao Presidente Nino :

Senhor Presidente, o resultado do inquérito mostra claramente que estes acusados não são culpados.
O Tribunal e o acusador público disseram ao Tribunal que as provas não existem contra estes acusados.
As únicas provas são as confissões conseguidas sob tortura, e por isso invalidas perante o Tribunal.

O Presidente Nino bateu com as mãos na cadeira dizendo que as provas tinham que ser inventadas, porque ele tinha informações seguras dos vizinhos do Paulo Correia, Manecas e Francisca, como provas suficientes do golpe do Paulo que recebia constantes visitas dos implicados.
O Tribunal tinha que encontrar provas.
Os olhos do NinoVieira brilhavam de sangue vermelho.
CI – E como reagiu o advogado de defesa do Paulo Correia ( Carlos Pinto Pereira)????????




ATENÇÃO LEIAM AQUI TAMBÉM.

J. Monteiro – Qual advogado de defesa???  O advogado de defesa do Paulo Correia foi escolhido por nós, mais precisamente, pelo Manecas.
O advogado entregava a Segurança do Estado todas as declarações do Paulo Correia.

CI – Mais porque é que tu mencionas o Manecas em quase todos os pontos?

J. Monteiro – Porque uma vez disse ao Nino Vieira que as atitudes do Manecas Santos,  iam afundar a sua presidência se ele não tomasse cuidado e afastasse o Manecas!!!CI – Porque é que o Nino devia afastar o Manecas?

JM – Uma vez na reunião da ANP do partido PAIGC (partido único), ouvi o Manecas a chamar os deputados que estavam a colocar perguntas sobre o Imposto de Reconstrução Nacional de confusionistas e anaflfabetos.
A partir daí, cheguei a conclusão do grau de irresponsabilidade desse homem.
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CI – Certas pessoas pensam que tu também foste irresponsavel em certas tomadas de posição.
Estamos referindo-nos ao teu papel na prisão do João da Costa?

J. Monteiro – Em toda a minha carreira, nunca tomei decisões por mim mesmo.
Tudo o que fiz foi em cumprimento de ordens recebidos de Nino.
O Manecas aventurava-se na tomada de decisões aventureiras que, as vezes, complicavam mais do que resolviam determinadas situações.

CI – Conta-nos o que sabes do caso João da Costa?

J. Monteiro- Foi uma encenação estúpida em que as pessoas inocentes perderam a vida.
A reação da oposição e do Chefe de Estado Maior na altura o Saco Cassamá dificultou ainda mais a operação ao tomar sob sua custódia pessoal o João da Costa.

CI – Quem foi o reponsável pela encernação?

J. Monteiro – O proprio Nino Vieira.
Ele era incapaz de compreender que os tempos tinham mudado. Os tempos exigiam outros métodos, mais discretos.

CI – Porque dizes que o Saco Cassamá complicou a operação?

J. Monteiro - Por causa da custódia sobre o João da Costa.
Porque o Saco gozava de um prestígio enorme entre os jovens oficiais e tnhamos recebido informações que ele já estava farto do Nino até aos miolos.
Ele era intocável por causa de uma brilhante folha de serviços em missões de manutenção de paz das Nações Unidas.
O Nino tinha muito medo do Saco, por isso decidiu envenená-lo.

CI – Tinham decidido eliminar também o João Costa?

J. Monteiro
 – Não.
O plano nunca foi de eliminar o João.
O plano era de encarcerá-lo com uma valente pancadaria e inutilizar os seus orgãos genitais.

CI – Anteriormente, tu disseste a esta comissão que vôces ( a Segurança do Estado) tinham o controle de toda a situação na Guiné!!!
Como explicas isso?

J. Monteiro – A Guiné é um país pequeno e pobre.
Basta apertar as pessoas um pouco economicamente para aliciá-las.
As nossas estruturas mantinham um controle interno e externo ao mesmo tempo.
Internamente, temos os nossos agentes nos Bancos, nos Ministérios, nas Embaixadas, na Presidência e nas Forças Armadas.
Na Guiné ninguém ascende ao posto superior de hierarquia do Estado sem ser um dos nossos.

Ninguém consegue um trabalho condigno sem a nossa autorização.
Durante anos, como exemplo, 
o Bartolomeu e o Bernadino entrevistavam os quadros que chegavam ao país e forneciam-nos informações sobre as convicções políticas dos mesmos.

Deste modo complicavamos o cadastro de todos os quadros do país e sabiamos com quem podiamos contar.
Quem estava contra nós.
O Delfim desenvolveu o mesmo trabalho durante anos na antiga URSS para nós.

CI – E em relação aos Partidos Políticos?

J. Monteiro - Em relação aos Partidos Políticos, as coisas foram bem mais fáceis.
Nunca iríamos fazer a abertura política sem termos a certeza de controlarmos a situação.
Financiamos a criação de certos Partidos como por exemplo o PCD do Victor Mandinga e a Frente Democrática do Menezes.

Ambos, devem somas colossais ao Estado e são comerciantes interessados no lucro.

O Manecas Santos, organizou esta parte do trabalho com fundos do Nino e de alguns empresários portugueses, amigos do Nino.
Foi levada a cabo uma acção de infiltração dos nossos oficiais nos Partidos, como é o caso do Edmundo Évora, do Victor Mandinga, do Sanca e outros.

Identificamos os elementos que nos poderiam dificultar no interior da oposição e levamos a cabo uma campanha de desinformação para criar as condições de expulsão destes elementos do interior da oposição.

CI – E daí?

J. M – Uma vez expulsos tornavam-se numa presa fácil porque ficavam também sem os seus empregos.
Para uma vida normal esperava-os uma grande complicação na vida.
CI – E no exterior?
J. Monteiro – No exterior as acções foram desenvolvidas através das nossas Embaixadas.CI – Com o conhecimento dos Embaixadores?

J. Monteiro – Julgo que não é segredo para ninguém que os Embaixadores eram nossos agentes uma vez que assinavam um documento de compromisso connosco no acto da nomeação.
Eram totalmente fiéis ao Nino.

CI – Ao Nino ou ao Estado?

J. Monteiro – Ao NinoCI – E as instituições financeiras privadas?




ATENÇÃO TAMBÉM..., LEIAM

J. Monteiro – Julgo que todos vocês tem a ideia de como foram feitas as privatizações.

Uma célula no Ministério da Coordenação Economica, chefiada pelo Manecas Santos e dirigida pelo Issufo Sanhá.
O resto não é difícil de imaginar.

O BIGB com os nossos homens de mão Lobo de Pina e o Chico.
 No Banco Central (BCEAO) o Luís Cândido, o Godinho, e o Desejado.
 O Totta que é a caixa forte dos dirigentes da Guiné.

CI – Que sabes do caso das enfermeiras?

J. Monteiro – Não me envolvi directamente nisso por causa das operações militares em curso.

O Gabinete de crise decidiu confiar essa matéria a Francisca Pereira e ao Dr. Paulo Medina.

Pensava-se que eram as pessoas que tinham alguma experiência na área da Saúde e conheciam todos os Camaradas.
Os feridos da Junta, com alguma formação militar, eram injectados com veneno e eliminados.......!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

CI – Quem tinha decidido essa estratégia?

J. Monteiro – O próprio Nino e o Samba Lamine.CI – E aqueles que foram enterrados no cemitério?

AQUI É O REMATE DE TUDO E EU DOKA INTERNACIONAL PERGUNTO: VALE A PENA DEFEDER O MANECAS??? E AS SUAS VITIMAS??? GUINEENSE OSSA MINTIDA. LEIAM

J. Monteiro – Foram descontentes que pressionavam para que abrissemos negociações com a Junta.
Foram executados sumariamente com um tiro na nuca por mim, pelo Manecas Santos..., pelo Baciro Dabó..., pelo José Manuel Mendes Pereira, pelo Saido e alguns oficiais senegaleses.

CI – Quantos foram executados dessa maneira?

J. Monteiro – Um número indeterminado na medida em que as execuções eram sumárias, sem julgamento.

Por isso, não mantinhamos uma lista porque era muito perigoso..., dizia o Presidente Nino.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

ESTAS FOTOS ESTÃO CIRCULANDO NOS BLOGS TERRORISTAS E REDES SOCIAIS DOS MESMOS PROCURANDO INSINUAR ALGO QUE NÃO SE PASSA. 
UM BOM ENTENDEDÔR BASTA MEIA PALAVRA.
O CERTO É DE QUE ESTAS FOTOS FORAM TIRADAS A DOIS ANOS ATRÁS NO HOTEL AZALAY, EM BISSAU DURANTE O DIA COMEMORATIVO 24 SETEMBRO VITORIOSO.

PORTANTO, BASTA DE INTRIGAS E MENTIRAS.
PORQUE AINDA NÃO FOI DESTA.´
ÍA ME ESQUECENDO:
PRESIDENTE JOMAV TEVE UM ENCONTRO COM DSP REPRESENTANDO O PAIGC.
DURANTE O ENCONTRO, DSP PEDIU PARA QUE O PRESIDENTE DERRUBASSE O GOVERNO LIDERADO POR UMARO SISSOKO..., E A RESPOSTA FOI TÃO DETERMINANTE QUE DEIXOU O DSP EM FLÔR DA PELE:
ESTE GOVERNO APENAS SERÁ DERRUBADO NA ANP. QUE SE ABRA A PLENARIA E VEJAMOS SE O PROGRAM É APROVADO OU NÃO.
DSP, SAÍU DO PALACIO IRRITADISSIMO.

POR OUTRO LADO A RELAÇÃO DE SISSOCO E JOMAV ESTA MAIS FORTE DO QUE NUNCA.


MENTIRA. TUDO FALSO. A NOTICIA PUBLICADA NO BLOG GUINÉ PURO NÃO CORRESPONDE A VERDADE.   BRAIMA CAMARÁ NÃO TEVE NENHUM CONFLITO COM JOMAV E MUITO MENOS FOI PROIBIDO DE ENTRAR NO PALACIO

ONTEM, 27 DE JULHO, POR VOLTA DAS 20 HORAS O BRAIMA ESTEVE NO PALACIO JANTANDO COM O PRESIDENTE E QUE O MESMO TERMINOU LÁ POR VOLTA DA MEIA NOITE E TAL.

HOJE 28 DE JULHO, BRAIMA CAMARÁ PARTICIPOU EM DUAS REUNIÕES NO PALACIO E COM O PRESIDENTE.  A 1ª REUNIAO FOI DE UMA FORMA INFORMAL NO AMBITO DE COORDENADOR DOS 15.     E A 2ª REUNIÃO, JÁ FORMAL POR TER SIDO AGENDADO COMO UM DOS REPRESENTANTES DA COMISSÃO RESPONSAVÉL PELA VIAGEM DOS QUE VÃO VIAJAR PARA MECCA.  
GUINEENSES, FOI DEVIDO A ESTAS SITUAÇÕES NO QUE TOCA A VERDADE E A TRANSPARÊNCIA DESTE BLOG, QUE HOJE ASSUMIMOS A LIDERANÇA EM RELAÇÃO A TODA A CONCORRÊNCIA.
PORTANTO CONFIRMO CATEGORICAMENTE DE QUE A NOTICIA AVANÇADA PELOS BLOGS CONCORRENTES, DE QUE TUDO NAO PASSA DE FALSIDADE.
Doka Internacional procurando saber a realidade dos factos.
Não consegui ainda falar com ninguém ao mais alto nivél a fim de confirmar ou não.
No entanto pelas chamadas realizadas e várias conversas tidas, todos garantem a falsidade da noticia.
Dentro de poucos minutos, vos confirmarei.
Interessante isto..., só que não percebi a razão do artigo!!! Que o povo português seja um povo invejoso???

O professor da Universidade Nova de Lisboa,  considerado em Janeiro pela revista francesa Nouvel Observateur como um dos 25 grandes pensadores do mundo, classifica Portugal como o País da não-inscrição, da negação do conflito e da normalização, dominado pelos medos e pela inveja, herdados do salazarismo, onde não existe um espaço público, lugar ocupado actualmente pelos média.

O livro, editado pela Relógio d´Água, transformou-se repentinamente num best seller, pelo que não admira que os lugares tenham sido poucos para acolher todos os que se deslocaram à livraria de Leiria nesta noite para ouvir o escritor do momento. Contudo, a fama repentina não seduz o autor, que promete retirar-se brevemente do palco mediático: "Os média não estão interessados na Filosofia, mas apenas no efeito mediático da Filosofia", justifica.

José Gil começa por explicar o que não fez com este livro: não fez uma abordagem de Portugal do ponto de vista disciplinar ou científico. A obra não resulta de um inquérito, de um estudo sociológico ou demográfico nem sequer uma história das mentalidades vigentes em Portugal. Escreveu abstractamente sobre a vida dos portugueses.

O livro toca nas pessoas, segundo alguns para mortificar, mas José Gil assegura que não quer mortificar ninguém, nem pretende que o livro arraste consigo forças mortíferas ou forças de parilisia, pelo contrário, deseja que o livro desencadeie uma esperança de nascimento. Para o autor, a inveja, que tem imensas estratégias, não é uma relação puramente psicológica, é mais do que isso: trata-se de um sistema que tem autonomia e vive em meios fechados, que cria entraves àqueles que têm ideias, iniciativas e empreendimentos.

"A mentira, ou seja, distorção da verdade foi levada a um ponto tal no discurso político português que levou ao descrédito dos políticos e do discurso político, da Esquerda à Direita", adianta o filósofo, acrescentando que "é preciso um novo pacto, o que não implica dizer a verdade - o inverso da mentira não é a verdade - já que não se pode ter um discurso político verdadeiro, mas pode aproximar-se da verdade".

O sucesso editorial e social deste livro extravasou em muito os círculos intelectuais. Segundo José Gil, "O livro toca nesses podres em que a população portuguesa atingiu um grau de insuportabilidade. O que o livro provoca em muitos é "vamos fazer qualquer coisa". Não se pode continuar assim, não sabendo bem o que fazer. Quando eu falo da não-inscrição é porque nós precisamos de respirar, o que significa criar, fazer, ver, ou seja, ter a noção de que quando nós fazemos, escrevemos, pintamos, compomos, etc., nós temos uma inscrição, afirmamos qualquer coisa que se marca no real, se transforma e cria real".

O filósofo exemplificou: "Se vamos a um espectáculo de um coreógrafo que vem a Portugal, gostamos de dança e descobrimos qualquer coisa de novo, uma parte daquele espectáculo deveria derrubar alguma coisa na nossa vida e mudar a nossa vida, descobrir espaços diferentes, maneiras de falar e de comunicar, etc. mas o que acontece é que tudo isso fica para dentro. Nós gostámos muito, tivemos mesmo em êxtase, mas ao sair do espectáculo voltamos para casa, gostámos, mas não acontece nada... O feed back nos jornais é geralmente uma crítica sempre descritiva porque tem-se medo de inscrever. Não se ousa criticar porque se tem medo".

José Gil esclarece que não está a tentar caracterizar o espírito dos portugueses, mas considera que há uma série de entraves à nossa possibilidade de discussão que tem várias décadas. "Eu considero, por exemplo, que os portugueses são potencialmente tão capazes de empreender e de inovar como outros povos. Se não temos génios precisamos de condições de criação subjectiva para criar. Por exemplo, eu gosto de admirar porque me dá força admirar. Em Portugal não se admira, ou se faz um elogio tão grande do género «este é o maior escritor do século», que se torna irreal, ou se entra na fulanização", analisa.

Para o autor, "somos uma sociedade de negação do enfrentamento, de negação do conflito por temos medo de ferir o outro e ferir o outro é ferirmo-nos a nós próprios, por ricochete. Não acho que a inveja seja uma característica intrínseca do povo português. A inveja, o queixume, o medo de enfrentar as inibições, a normalização que existe há tanto tempo são traços que, se parecem traços de uma portugalidade, é porque as condições de subjectivização, aquelas que fazem nascer a nossa subjectividade, permaneceram assim há décadas". No entanto, acredita que é possível mudar.

Relativamente à inveja, Gil admite que "não é uma característica portuguesa, antes um dos sentimentos mais espalhados pelo mundo. Simplesmente acontece que em Portugal a inveja tem uma força tal porque nós somos uma sociedade fechada. E quando as sociedades se fecham, tudo se concentra, tudo se paralisa, tudo se adensa e não respira. Uma universidade é um antro de inveja em qualquer parte do mundo, seja nos Estados Unidos, em França ou na Inglaterra. Mas vimos cá para fora e respiramos ar puro. Em Portugal não, sai-se cá para dentro e não para fora", refere, defendendo, por isso, que a inveja está em toda a parte no País.

O filósofo argumenta que "se nós nos abrirmos ao exterior mudamos as condições de subjectivização e temos possibilidade de ver florescer a mudança. Para que haja mudança, é preciso que haja desejo de mudança. Nunca uma sociedade é completamente fechada, há sempre fracturas, linhas de fuga. Uma das linhas de fuga pode ser a loucura. Eis alguém que não quis ser moldado. Se há linhas de fuga, então procuremos as linhas de fuga. Elas estão sempre na nossa singularidade. O que me impressiona no Portugal normalizado de hoje é quão pouca diversidade existe na singularidade portuguesa".

E particulariza: "Os artistas dos anos 60 eram o que se poderia dizer «meio passados» porque o real não era possível e eram de uma riqueza que não se vê hoje em dia. A educação vai criando inibições e, aos 20 anos, somos mais ou menos normalizados. Normalizam-nos porque criam condições com o medo e a inveja para paralisar as forças que existem em nós. Temos muito mais forças do que aquelas que manifestamos. Sentimos muito mais profundamente do que ousamos sentir". E lança um desafio: "Rasguemos o texto e depois inventemos".

Elogia o Brasil, pelo seu potencial criativo apesar dos problemas sociais que atravessa: "O Brasil é um país cheio de bolsas (de criatividade) extraordinárias e quando volto de lá venho com dez baterias carregadas", revela. Relativamente à Europa, considera que foi ela que entrou em Portugal e não o contrário, passando Portugal de um País disciplinar a um País de controlo. O autor coloca também um ponto de interrogação no ideal europeu: "Hoje ninguém sabe o que vai ser a Europa".

Quase meio século de salazarismo, segundo o autor, deixaram marcas indeléveis: "Houve muitas gerações castradas pelo salazarismo que herdaram o medo. A maioria dos portugueses aceitaram o salazarismo", refere. José Gil defende que o 25 de Abril não provocou um corte com o sistema e o mesmo aconteceu com a guerra colonial, apenas redescoberta há 5 anos, quando foram reconhecidos, nomeadamente, os problemas causados com o stresse de guerra. O professor é de opinião que a guerra colonial não foi inscrita no debate dos portugueses, antes foi uma página voltada sem que tivesse sido inscrita. "Queremos viver numa espécie de nevoeiro", conclui.

José Gil licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras de Paris (Sorbonne) em 1968. Em 1969, obteve a "maîtrise de Philosophie" e, em 1982, o "doctorat d´Etat de Philosophie". Actualmente é professor catedrático na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. José Gil tem obras publicadas no Brasil e está traduzido nos EUA, França e Itália.